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5 sinais de que seus colaboradores precisam de treinamento e desenvolvimento

Confira quando é necessário investir mais na capacitação para alavancar sua empresa

O mercado de trabalho sofreu grandes transformações nos últimos anos. Cada vez mais as empresas buscam aumentar a performance de seus colaboradores para que produzam mais, melhor e em curto tempo.

Se o desempenho da organização depende diretamente do nível dos profissionais que nela atuam, seus líderes devem ficar atentos aos sinais que alertam para a necessidade de treinamentos e capacitação de seus funcionários. Uma empresa que investe constantemente em treinamento corporativo aumenta as chances de ter bons resultados.

De acordo com Jonas Duarte, sócio fundador da Warana Treinamentos e Consultoria e especialista em desenvolvimento humano, um RH consciente e um líder atento devem sempre capacitar sua equipe, além de observar os indícios de que é a hora para investir pesado em treinamento e desenvolvimento. Confira quais são esses sinais:

Queda na qualidade

Pode parecer fácil perceber o declínio na qualidade do trabalho dos colaboradores, mas a verdade é que essa queda deve ser mensurada através de indicadores específicos dentro da própria equipe. Para Jonas, é necessário um diagnóstico sobre as dores do grupo, avaliando a rotina dos colaboradores para ter dimensão do problema, sua origem e a real solução:

“Avaliar se a comunicação do time está ruim, se há uma boa gestão do tempo de trabalho ou até mesmo se a empresa valoriza o conforto e saúde dos colaboradores são alguns dos indicadores de qualidade a serem considerados para que o negócio vá ainda mais longe.”

Alta rotatividade

Se sua empresa apresenta alta rotatividade de colaboradores, o chamado o turnover, é sinal de que algo internamente não está certo. As causas para isso são inúmeras, mas vale ficar atento a possível disparidade entre o que a sua organização oferece aos colaboradores e o que eles esperam da sua empresa.

Nem sempre a remuneração é o fator crucial para que o funcionário peça desligamento. Pesquisas recentes mostraram que ambiente de trabalho hostil, conflitos com colegas, rotina desgastante e gestores com habilidades de liderança pouco desenvolvidas podem influenciar a tomada de decisão do colaborador para deixar a empresa.

Diante disso, o líder pode trabalhar de forma proativa para diminuir a rotatividade de pessoal, valorizando e ouvindo os anseios do colaborador, treinando e desenvolvendo os funcionários, mas também sendo capacitado para conduzir e motivar a equipe.

“O grande papel do líder é tirar o melhor de cada um e fazer as pessoas evoluírem. É isso que nós, Warana, ensinamos para o líder. O gestor não está imune a falhas. Ele também deve ser treinado para melhorar e desenvolver o leader coach, o empowerment… Essa é, sem dúvidas, uma ação importantíssima para atrair e reter talentos,” afirma Duarte.

Equipe desatualizada e novas tecnologias

Independente da área de atuação, trabalhar com tecnologia se tornou inevitável para a maioria dos profissionais. É comum que as empresas busquem ferramentas e tecnologias para que seus processos se tornem mais rápidos, eficientes e seguros. Mas da mesma forma que a velocidade com a qual as tecnologias avançam, assim também é a necessidade de investir em treinamento constante para que sua equipe possa estar apta a lidar com a mudança e se adequar às novas ferramentas.

Para lidar com um mercado de trabalho tão acelerado, com grande quantidade de informações, criação e defasagem de uma tecnologia em tão pouco tempo, até mesmo um profissional recém-saído da universidade precisa de treinamento. Para Duarte, capacitações não são apenas aquelas de cunho mais técnico ou teórico. Essas, também podem ser ligadas ao atendimento, à cultura organizacional, às habilidades emocionais, à criatividade.

“Devido aos resultados positivos gerados, os treinamentos customizados para os gaps apresentados pela empresa ou para o desenvolvimento das principais potencialidades dos colaboradores são cada vez mais solicitados pelas organizações e também oferecidos pela Warana, por exemplo. Esses são, principalmente devido aos resultados positivos proporcionados pela prática. Dessa maneira, transformamos toda a teoria de uma capacitação em prática através do acompanhamento da transformação de cada indivíduo e sua aplicação no cotidiano”, explica.

Mudança de processos

Mudanças, ainda mais repentinas, não costumam agradar as pessoas. O ser humano prefere ter hábitos e se adequam fácil à rotina. Para que o novo processo de comunicação interna da empresa, por exemplo, vire uma prática comum, leva tempo.

Qualquer novidade que mova um funcionário de seu pequeno conforto, pode causar uma série de erros, produzidos pela força do costume ou desconhecimento do processo. Nesse contexto, é importante traçar quais as necessidades de treinamento do time para que as falhas deixem de ser numerosas e frequentes.

“Uma mudança, feita com a capacitação de colaboradores, pode potencializar as habilidades de cada um e, como consequência, gerar o desenvolvimento da própria empresa”, destaca o especialista em desenvolvimento humano.

Liderança e baixo comprometimento

Pesquisas recentes apontam que os líderes representam 70% do engajamento e produtividade dos colaboradores. O dado revela, assim, que um desempenho ruim ou baixo comprometimento podem não estar na falta de capacitação da equipe, mas sim do líder.

Segundo Duarte, alguns gestores têm dificuldade na hora de despertar a motivação necessária em seus subordinados, o que faz com que eles rendam abaixo do que realmente podem. Hoje, 77% das organizações ainda se deparam com lacunas de liderança em seu dia a dia e têm dificuldade de encontrar e desenvolver profissionais, que além das habilidades técnicas, possuam as chamadas “soft skills” – capacidades comportamentais relacionadas a maneira como o profissional lida com o outro e consigo mesmo em diferentes situações.

“O líder não sabe de tudo. Mesmo sendo um bom líder, ele não consegue entender em detalhes tudo o que acontece dentro de seu time. Ele tem que selecionar outros profissionais, especialistas em RH, consultorias para dar esse suporte pra ele; para que pessoas abaixo dele estejam preparadas. Nesse caso, a direção da empresa terá de reciclar primeiro os gestores, para que eles depois motivem e levem seu aprendizado às equipes”, esclarece Duarte.

De acordo com Duarte, se uma empresa é feita de pessoas e com a missão de entregar o melhor produto ou serviço para a sociedade, o principal investimento que ela pode fazer é em pessoal:

“No mundo pós-pandemia, as empresas precisam se reconectar com aquilo que têm de mais valioso: a sua humanidade. É com muito treinamento, desenvolvimento pessoal e empatia que o colaborador é motivado, que se constrói uma equipe de excelência e que, consequentemente, o negócio alavanca.”

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